Em uma São Paulo distópica, tomada por engarrafamentos intermináveis e máscaras obrigatórias contra a poluição, um ex-professor de História percebe um furo estranho na própria mão. A partir desse sinal insólito, ele atravessa uma cidade caótica em busca de respostas, enquanto o país mergulha num colapso ambiental e político.
O romance constrói um Brasil governado por regimes autoritários com nomes inventados, onde a Amazônia virou deserto e a água potável é um bem raro. O título ironiza um verso patriótico conhecido, e a narrativa em primeira pessoa mistura digressões, humor ácido e diálogos secos para retratar um cotidiano regrado até a exaustão.
Nascido de um conto anterior, o romance é hoje referência da ficção distópica brasileira, lido ao lado de clássicos como 1984 e Admirável Mundo Novo.
Primeira publicação: 1981
Idioma: Português
ISBN mais comum: 852600199
Principal editora: Global
Outros livros de Ignácio de Loyola Brandão
A morena da estação
Crônicas para ler na escola
Utilizamos cookies e coletamos dados de navegação para fornecer uma melhor experiência para nossos usuários. Para saber mais os dados que coletamos, consulte nossa política de privacidade. Ao continuar navegando no site, você concorda integralmente com os termos desta política.