Numa sociedade futura organizada em castas definidas ainda no laboratório, bebês são produzidos em série e condicionados desde a concepção para aceitar o papel que lhes cabe. Nesse mundo estável e sem conflitos, onde o prazer substitui qualquer desconforto, um jovem cientista começa a sentir que algo nele não se encaixa.
A narrativa satiriza um futuro dominado pela busca da felicidade artificial e pelo controle emocional por meio de drogas e condicionamento. Ao contrário de distopias baseadas no medo, aqui a dominação se dá pelo excesso de conforto e distração, reflexão inquietante sobre liberdade e identidade.
A obra é uma das distopias mais influentes do século 20, ao lado de clássicos como 1984 e Fahrenheit 451, e segue atual nas discussões sobre engenharia genética e controle social.