José Lins do Rego foi um romancista e jornalista brasileiro, nascido no Engenho Corredor, em Pilar, na Paraíba, em 1901, e falecido no Rio de Janeiro em 1957.
Formado em Direito no Recife, atuou como promotor e fiscal de bancos, além de secretário-geral da Confederação Brasileira de Desportos por mais de uma década. Passou a infância no engenho do avô materno, experiência que marcaria toda a sua obra.
É o principal nome do chamado ciclo da cana-de-açúcar, iniciado com Menino de engenho e encerrado com Fogo morto, sua obra-prima, além de romances do ciclo do cangaço, como Pedra bonita e Cangaceiros.
Foi quarto ocupante da cadeira de número 25 da Academia Brasileira de Letras, que tem Franklin Dória como fundador e Junqueira Freire como patrono.
Livros de José Lins do Rego em ordem cronológica de lançamento:
| 1932 |
|
Menino de engenho |
|---|---|---|
| 1933 |
|
Doidinho |
| 1934 |
|
Banguê |
| 1935 |
|
O moleque Ricardo |
| 1936 |
|
Usina |
| 1936 |
|
Histórias da velha Totônia |
| 1937 |
|
Pureza |
| 1938 |
|
Pedra bonita |
| 1941 |
|
Água-mãe |
| 1943 |
|
Fogo morto |
| 1947 |
|
Eurídice |
| 1953 |
|
Cangaceiros |
| 1956 |
|
Meus verdes anos |
| 2007 |
|
Ligeiros traços
Escritos de juventude |
| 2008 |
|
Flamengo é puro amor |