Neste romance de estreia da autora, um casal aparentemente perfeito vê sua união desmoronar diante de um ciúme possessivo que não perdoa nem esquece. Em meio à tragédia, uma terceira mulher, dona de si e da própria sexualidade, entra na história e reconfigura os destinos de todos.
Com prosa poética e imagética, a narrativa mergulha no que há de mais visceral nos vínculos humanos: o desejo, a culpa e a possibilidade, ou não, de perdão. A água atravessa o texto como metáfora central, sugerindo que tudo o que corre também pode arrastar e transformar.
Fenômeno editorial desde o lançamento, o livro consagrou a autora como uma das vozes mais lidas da ficção brasileira contemporânea.
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