Neste romance, um jovem padre embarca numa missão que mistura fé e ilusão: reconstruir no Xingu uma comunidade inspirada nas antigas missões jesuíticas entre os povos indígenas. Antes de chegar à selva, passa pelo Rio de Janeiro e esbarra na burocracia estatal e numa vida urbana distante do que imaginava para sua vocação.
A narrativa acompanha sua transformação, da fé recebida à consciência política, num painel que atravessa o Brasil do suicídio de Getúlio Vargas aos primeiros anos da ditadura militar. Entre indígenas, camponeses e líderes sindicais, o romance mistura literatura e reportagem para retratar as tensões sociais do período.
É considerado o romance mais importante do autor. O título remete a um ritual funerário indígena que celebra a memória dos mortos.
Utilizamos cookies e coletamos dados de navegação para fornecer uma melhor experiência para nossos usuários. Para saber mais os dados que coletamos, consulte nossa política de privacidade. Ao continuar navegando no site, você concorda integralmente com os termos desta política.