Um homem recebe a notícia da morte da mãe e reage ao funeral com uma indiferença que incomoda todos ao seu redor. De volta à rotina em Argel, retoma encontros com uma antiga colega de trabalho e se envolve, quase sem perceber, num conflito que muda o rumo de sua vida.
Narrado em primeira pessoa por um protagonista que observa o mundo com estranha apatia, o livro expõe as convenções sociais e morais que a sociedade espera que sigamos, e questiona o sentido, ou a ausência dele, na existência humana. A prosa seca e direta transforma cada gesto banal do narrador em matéria de reflexão filosófica.
Considerada obra fundadora do existencialismo francês, integra, ao lado de O Mito de Sísifo, o chamado ciclo do absurdo do autor, um dos grandes nomes da literatura do século XX.
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