Escritora, jornalista e cronista brasileira, nascida em Porto Alegre, em 1961. Formou-se em Comunicação Social pela PUCRS e trabalhou por cerca de 14 anos como redatora publicitária, atividade que conciliava com a poesia.
Martha Medeiros estreou em livro com os poemas de Strip-tease. Depois de uma temporada em Santiago, no Chile, passou a escrever crônicas para o jornal Zero Hora. Desde 2004, também assina uma coluna em O Globo.
O romance Divã virou peça de teatro, filme e minissérie de TV, e Doidas e santas também ganhou versão para o cinema.
A crônica A morte devagar, publicada no Zero Hora em novembro de 2000, ganhou a internet com o título "Morre lentamente" e a assinatura de Pablo Neruda. Na Espanha, muita gente a recebeu por e-mail como votos de ano-novo, atribuída ao poeta chileno. Em janeiro de 2008, o então ministro da Justiça da Itália, Clemente Mastella, citou o texto ao anunciar sua renúncia e também o atribuiu a Neruda. Martha Medeiros procurou a Fundação Pablo Neruda para esclarecer a autoria, e a entidade informou à agência EFE que o texto é dela. A escritora diz não saber como a crônica começou a circular e conta que outros escritos seus aparecem na rede com autoria alheia
Livros de Martha Medeiros em ordem cronológica de lançamento:
| 1997 |
|
Topless |
|---|---|---|
| 1998 |
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Poesia reunida |
| 1999 |
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Trem-bala |
| 2000 |
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Non-stop |
| 2002 |
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Divã |
| 2003 |
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Montanha russa |
| 2004 |
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Esquisita como eu |
| 2005 |
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Coisas da vida |
| 2007 |
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Tudo que eu queria dizer |
| 2008 |
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Doidas e santas |
| 2010 |
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Fora de mim |
| 2011 |
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Feliz por nada |
| 2012 |
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Noite em claro |
| 2013 |
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A graça da coisa |
| 2014 |
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Felicidade crônica |
| 2014 |
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Liberdade crônica |
| 2014 |
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Paixão crônica |
| 2015 |
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Simples assim |
| 2018 |
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Quem diria que viver ia dar nisso |