Escrito na Rússia czarista, o texto se apresenta como a ata de reuniões secretas de líderes judeus que planejariam dominar o mundo. É uma falsificação e um dos documentos mais influentes da propaganda antissemita do século XX.
Em 1921, o jornal The Times mostrou que boa parte dele copiava Diálogo no inferno entre Maquiavel e Montesquieu, de Maurice Joly, uma sátira contra Napoleão III que nada tinha a ver com judeus. No Brasil, o texto circulou com tradução e comentários do escritor Gustavo Barroso, integralista e antissemita declarado.
Interessa a quem estuda a história do antissemitismo e das teorias da conspiração, como documento para entender como a fraude se espalhou e foi usada.
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Primeira publicação: 1936
Idioma: Português
Editora: Editora Revisão
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