Ganhar uma guerra no menor tempo e com o menor custo possível: essa é a lógica de um clássico militar chinês que trata o combate como último recurso.
Em treze capítulos, o texto passa por planejamento, economia do conflito, tática, terreno, uso do fogo e espionagem. Insiste em conhecer o inimigo e a si mesmo, em usar o engano e em se adaptar às circunstâncias.
Atribuído a um general da China antiga, o livro é lido há séculos por militares e também aplicado a negócios, negociação e esporte.
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As diversas publicações de A Arte da Guerra, de Sun Tzu, talvez devessem vir com a seguinte advertência: Esta obra é destinada apenas a esclarecer pontos sobre batalhas travadas há anos todas e quaisquer aplicações dos ensinamentos aqui contidos deverão ser feitas por conta e risco do leitor, tão grande é o uso hoje dos ensinamentos do estrategista chinês. Por analogia, podemos relacionar a eles praticamente tudo, entretanto raras vezes essas analogias são capazes de se sustentar diante de um olhar mais apurado.
Os ensinamentos de Sun Tzu em A Arte da Guerra não se diferenciam em nada do que se costuma dizer, em diversas ocasiões, sobre um empreendimento como a guerra ou sobre os negócios: seja prudente, analise o campo de ação, avalie suas possibilidades, trabalhe com afinco. Essas ideias não pertencem de maneira nenhuma a Sun Tzu elas surgem sempre que há uma possibilidade de sucesso ou de derrota. Mesmo assim o texto traz uma amostra inestimável da perspicácia e do pensamento desse que foi um dos maiores estrategistas militares.