Adília Lopes


Poeta, cronista e tradutora portuguesa, nasceu em Lisboa em 1960 e morreu na mesma cidade em 2024. Adília Lopes é o pseudônimo de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira. O nome nasceu num poema escrito no diário quando sua gata, Faruk, desapareceu.

Começou a licenciatura em física na Universidade de Lisboa, mas abandonou o curso perto do fim por causa de uma psicose esquizoafetiva. Falou abertamente sobre a doença ao longo da vida, na poesia, nas crônicas, em conferências e em entrevistas à imprensa.

Formou-se depois em literatura e linguística portuguesa e francesa, especializou-se em ciências documentais e trabalhou com os acervos de Fernando Pessoa e Vitorino Nemésio na Biblioteca Nacional.

Estreou em 1984, no anuário de poetas inéditos da Assírio & Alvim, e publicou o primeiro livro, Um jogo bastante perigoso, no ano seguinte. Entre seus títulos estão O poeta de Pondichéry, Manhã e Choupos. Em 2024, lançou nova edição de Dobra, que reúne quarenta anos de poesia.

Nasceu em 20 de abril de 1960, há 66 anos.
Morreu em 30 de dezembro de 2024, aos 64 anos de idade

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Foto de Adília Lopes

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